segunda-feira, 31 de agosto de 2009
6. As torturas psicológicas
6. As torturas psicológicasAs fêmeas atormentarão sempre os machos que não souberem dominá-las por meio de uma vontade poderosa e uma severidade extrema. Tenha sempre a razão do seu lado para não cair de cabeça no precipício.
A fragilidade feminina se restringe ao âmbito físico mas não ao âmbito emocional em sua totalidade. No campo da relação a dois, as fêmeas humanas não são nem um pouco delicadas ou frágeis, são poderosas, impiedosas e jogam sujo sempre. Entretanto, devemos aceitar tais características como instintivas e naturais, sem nos revoltarmos.
Elas possuem grande poder magnético de provocar sentimentos negativos no macho. Se este for emocionalmente fraco, com facilidade fazem-no cair em estados de ciúme, irritação, impaciência e, do mesmo modo, fazem-no sentir-se pequeno, como se fosse um pirralho imbecil.
Por serem psicológicas, as estratégias femininas de ataque e retaliação raramente são admitidas. Ocultam-se muito bem dos olhos comuns que apenas sabem enxergar o externo, o físico. Não obstante, são altamente eficazes na indução do sofrimento alheio.
O segredo para se defender de todas as artimanhas femininas de manipulações e torturas mentais consiste em não nos identificarmos com as estratégias da mulher, isolando-a em seus próprios atos caprichosos e contraditórios. Para tanto, é imprescindível não estar apaixonado. Então ela realizará seus jogos sozinha e sorverá toda a loucura que tentou introduzir em nosso coração. Tal poder é conseguido quando procuramos sentir fortemente e o mais sinceramente possível que ela está atuando "lá" e nós "aqui", ou seja, quando mantemos viva em nós a recordação da separatividade entre "eu" e a "outra pessoa". Também convém olhá-la sempre como um prostituta até prova em contrário. Há mulheres que se fingem de santas por vários anos.
Uma vez que tenhamos conseguido tal independência emocional, devemos observar a fêmea, aguardando para saber quanto tempo resistirá em suas tentativas de nos enfeitiçar e submeter. Temos que devolver-lhe o fardo que insistentemente tenta ser lançado sobre nossas costas, ou seja, deixá-la realizar todo o trabalho pesado e apenas aguardar, até que lhe sobrevenha a extenuação.
Uma forma muito comum de torturar é por meio de atitudes suspeitas que provocam ciúmes. As etapas desse processo de tortura mental possuem três fases:
1ª fase - A mulher se comporta como santa, dando carinho e sexo até que estejamos emocionalmente dependentes. Nesta fase ela finge não se interessar por mais ninguém, não dar atenção ou bola para nenhum outro homem.
2ª fase - Após ter certeza de que mordemos a isca, estando bem presos pelo sentimento, a vadia principia a ter atitudes suspeitas com relação a outros machos, de modo a lançar dúvidas em nossa mente para que se inicie um sofrimento por ciúmes.
3ª fase - Quando protestamos com justa razão, ela nega terminantemente as intenções que estão por trás de tais atitudes visivelmente comprometedoras, alegando inocência, indignação, tristeza etc. chorando lágrimas de crocodilo e insistindo nas mesmas atitudes em seguida.
Por esta estratégia, a fêmea consegue prolongar indefinidamente o sofrimento do macho. Todas a utilizam com maior ou menor intensidade, de acordo com as concepções de mundo e a disposição que possuem para lutar contra seus próprios instintos. Note que o fundamento da tortura é o sentimento de apego e paixão. A despeito de todas as tentativas de se desvencilhar e se debater inutilmente, ela não deixará de torturá-lo com tais jogos a menos que sinta que você se desapaixonou de verdade. Este é o segredo. Quanto mais apaixonado, mais submetido aos joguinhos infernais estará.
Experimente mostrar-se intensamente ciumento e carente ao telefone:
sua parceira alegará algum pretexto qualquer e desligará em seguida para mantê-lo neste estado durante os próximos dias. É que elas gostam de nos ver assim, desesperados, porque isso lhes dá um mórbido prazer associado à sensação de que há um trouxa que a esperará por toda a vida. Entretanto, esta modalidade de prazer não a preenche enquanto mulher e você será considerado um macho secundário e desinteressante, um mero sobressalente guardado de reserva para o último caso. O primeiro da lista será sempre aquele que não der muita bola sem se deixar polarizar na frieza. Se você cometeu este erro de ser ciumento, para corrigí-lo é necessário perturbar a crença que foi criada, o que pode ser conseguido dando a entender a ela que a cena de ciúmes ou carência que você fez foi apenas uma simulação com alguma outra intenção qualquer. Este padrão comportamental feminino de afastar-se quando o macho está enciumado ou carente também pode ser muito útil quando você estiver de saco cheio e quiser sossego por alguns dias: basta simular uma cena assim e você será deixado em paz.
Mas não se esqueça: se com o passar dos dias você não confirmar com sinais adicionais a crença que induziu, sua companheira virá desesperada atrás de você. Outra forma comum de infernizar nossa mente é marcar encontros e não comparecer. Para destroçar este joguinho, nunca se esqueça de marcar um teto para os horários dos encontros e nunca fique esperando feito um idiota após o prazo ter findado. Prazos as desconcertam por serem acordos definidos explicitamente para ambas as partes que encurralam suas mentes, impedindo-as de se movimentarem nas indefinições.
Há ainda uma engenhosa estratégia que consiste em não manifestar cuidados e negar o carinho para induzir o macho a manifestá-los.
Em síntese, os mecanismos de tortura consistem em atiçar nosso impulso sexual e nosso sentimento de amor ao máximo sem nunca satisfazê-los.
Quando resolvem nos satisfazer, o fazem por se sentirem ameaçadas, movidas pela idéia de que estão perdendo o domínio, mas sempre mantendo a expectativa de que mais à frente poderão nos lançar na insatisfação permanente de novo. O desejo erótico e o sentimento de amor (entendido aqui como apaixonamento e apego) são normalmente as principais ferramentas usadas, sendo as demais raramente empregadas a não ser em associação direta com estas ou em casos excepcionais. A excitação não satisfeita promove um estado de desconforto que pode ser prolongado ao máximo. É por este motivo que o ódio ou a indiferença real por parte do homem as atemoriza: as torna impotentes.
O contínuo emprego destas torturas se deve, em parte, ao ódio ancestral que possuem e, em parte, à necessidade de testar-nos. Observe uma roda de mulheres e você as verá condenando, ridicularizando e satirizando o masculino, jamais o contrário. Você nunca as verá enaltecendo a importância que temos ou admitindo a dependência de proteção que possuem. Conclui-se, portanto, que nossas manipuladoras sofrem com ódio e inveja, não aceitando sua natural condição, e sentem um prazer sádico em nos atormentar, razão mais do que justa para nos defendermos e dar-lhes algumas lições.
FRON: MARCOS > http://marcosantonio7066.blogspot.com/2009/08/1-caracteristicas-do-falsamente-chamado.html
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